Um Dia na Vida
Por Hugo Fusco Lobo on Mar 11, 2008 | Em crônicas | 1 comentário »
Esta é uma história de ficção.
João era feliz no trabalho.
Um dia na vida de João
Esta é uma história verídica.
João era feliz no trabalho. Um dia, depois de receber um elogio de seu chefe, sua colega lhe falou:
– Bem que a gente podia dar um esticadinha no motel hoje, depois do trabalho, né?
Animado com a idéia, João ligou para a esposa e avisou porque chegaria mais tarde. Ainda a ouviu dizer:
– Se você chegar muito cansado, te faço uma massagem. Divirta-se!
Depois de dar cinco com sua colega sem tomar nenhum comprimido colorido, conversaram sobre futebol e filmes de ação. Sua colega pagou a conta, dizendo:
– Você sabe que foi só um encontro casual, né?
Chegando em casa, encontrou sua esposa seminua na cama. Ganhou uma bela massagem e ainda deu mais duas antes de dormir. Já era alta madrugada, mas ainda assim, acordou antes do despertador, ansioso para chegar no trabalho.
Um dia na vida de Maria
Esta também é uma história verídica.
Maria saiu cedo do trabalho maçante que arrumou para complementar as contas da casa. Mal chegou em casa, seu marido ligou:
– Amor, vou chegar tarde hoje, vou ao motel com uma colega do trabalho.
– Tudo bem, se você chegar muito cansado, te faço uma boa massagem. Divirta-se!
Mal desligou o telefone, já estava discando:
– Oi! Tudo bem? Olha só, meu marido vai chegar tarde hoje...
Sua companhia chegou rapidamente. Foram direto ao ponto. Depois da segunda, Maria vestiu a calcinha e aproveitou para buscar um copo d’água enquanto sua companhia ia ao banheiro.
Aguardava na cama com seu copo d’água quando seu marido chegou. Assustada, logo começou a fazer uma massagem no marido para evitar que fosse ao banheiro. Deram uma comprida que terminou no meio, com seu marido pegando no sono.
– Anda, veste suas roupas, rápido!
Acompanhou o moço até a porta. Ainda deram umazinha no hall.
Um dia na vida de Ricardo
Mais uma história verídica, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Ricardo era um rato de academia. Nunca entendeu muito bem o que se passava à sua volta, mas, talvez exatamente por isso, era feliz. Um dia, depois do segundo turno na academia, seu telefone tocou:
– Oi! Tudo bem? Olha só, meu marido vai chegar tarde hoje, vem logo pra cá!
Contou para os colegas de academia, tomou um comprimido azul e correu para seu encontro. Depois da terceira, foi ao banheiro pegar um pacote de camisinha em sua calça. Enquanto brincava de pendurar a toalha na criança, o corno chegou. Gelou. Será que o puto anda armado?! A toalha caiu no chão.
Ficou ouvindo o sexo no quarto. Duas horas depois, a porta do banheiro se abriu, o medo lhe subia a espinha:
– Anda, veste suas roupas, rápido!
Saiu pela porta da frente enquanto o corno dormia. Ainda comeu a vagabunda mais uma vez, no hall.
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1 comentário
Ainda não tinha passado por aqui, mas gostei e vou comentar sempre para perturbar!
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